| O INÍCIO: A publicação de Hq – História em quadrinhos no Brasil começou no início do século XX, o estilo era predominantemente Comic`s (formato americano) os super heróis como X-Men, Mulher Maravilha, Thor. A tira foi um marco, apesar de não ter sido criado no Brasil foi reformulado e recebeu uma cara bem nacional, principalmente nos anos 60 com a rebeldia contra a ditadura. Na década de 80 houve os quadrinhos underground que ainda resiste até hoje com uma linguagem bem ácida e bem diferente da americana. Ainda no ano de 1960 foi publicado a revista O Pererê com texto e ilustrações de Ziraldo, o personagem principal era um Saci aventureiro. No mesmo ano também nasceu a tira com os personagens Graúna e Os Fradinhos do cartunista Henfil, nesse mesmo formato de tira que foi publicado por volta de 1959 as histórias da turma da Mônica de Maurício de Souza que acabou tendo revista própria, lançada primeiramente pela Editora Abril depois pela Editora Globo 1987, e em 2007 pela Editora Panini. Nos anos 60 o golpe militar e seu moralismo bateram de frente com os quadrinhos, em compensação inspirou publicações cheias de charges como O Pasquim que, embora perseguido pela censura, criticavam a ditadura. |
EVOLUINDO: Apesar de existirem diversas revistas voltadas estritamente para a HQ nacional, como "Bundas" (já extinta), "Outra Coisa" (com informações sobre arte independente) e "Caô", pode-se considerar que o gênero ainda não conseguiu se firmar no Brasil.Na década de 90, a História em Quadrinhos no Brasil ganhou impulso com a realização da 1.a e 2.a Bienal de Quadrinhos do Rio de Janeiro em 1991 e 1993, e a 3.a em 1997 em Belo Horizonte. Estes eventos, realizado em grande número dos centros culturais da cidade, em cada versão contou com público de algumas dezenas de milhares de pessoas, com a presença de inúmeros quadrinistas internacionais e praticamente todos os grandes nomes nacionais, exposições cenografadas, debates, filmes, cursos, RPG e todos os tipos de atividades. |
No fim da década de 1990 e começo do século XXI, surgiram na internet diversas histórias em quadrinhos brasileiras, ganhando destaque os Combo Rangers, criados por Fábio Yabu que tiveram três fases na internet (Combo Rangers, Combo Rangers Zero e Combo Rangers Revolution, que ficou incompleta), uma minissérie impressa e vendida nas bancas (Combo Rangers Revolution, Editora JBC, 2000, 3 edições), ganhando, posteriormente, uma revista mensal pela mesma JBC (12 edições, Agosto de 2001 a Julho de 2002) e, posteriormente, pela Panini Comics. |
ATUALIZADE: Os Guerreiros da Tempestade formam um grupo de super-heróis legitimamente brasileiros criados por Anísio Serrazul e começaram a ser publicados pela ND Comics no início de 2005. Tendo como diretor comercial o também roteirista Fábio Azevedo, o título segue a linha estética dos comics americanos. As suas aventuras são as primeiras a estar presentes em todas as bancas do país.Tendo como arquinimigos seres do futuro que desejam roubar as riquezas naturais da Terra para reconstruí-la. Guerreiros da Tempestade vai virar longa-metragem de animação. Este será o 3º filme em animação produzido pela Diler & Associados, que já realizou Xuxinha e Guto Contra os Monstros do Espaço e o ainda inédito Turma da Mônica - Uma Aventura no Tempo. A previsão é que o filme chegue aos cinemas em 20CRACKER08. A iniciativa é um marco para a animação nacional, pois será a primeira produção do gênero super-herói produzida no Brasil. Fonte Wikipédia.org |