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Imagens do Capitão R.E.D!
45 dias atrás
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Administrator enviou um novo avatar.
51 dias atrás
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Administrator adicionou 6 novas fotos no álbum Imagens do site
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Aqui algumas fotos que foram postadas em reportagens para o site.
51 dias atrás
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Administrator Assista o primeiro teaser da HQB do Capitão R.E.D. Ele está chegando!http://migre.me/8t4wh
51 dias atrás
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Administrator MeuHerói agora também é Selo Editorial!
74 dias atrás
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DQB – CARTA AOS AMIGOS  (2011)


Neste ano de 2011, lançamos o DQB (Democracia ao Quadrinho Brasileiro), movimento virtual a favor da nonaarte brasileira que tem debatido e buscado novas ideias para promover, incentivar e divulgar a arte do quadrinho nacional.

Sem xenofobia, o movimento tem se posicionado como um canal para escutar e divulgar a opinião de desenhistas, editores, leitores e simpatizantes de nossa arte para conquistarmos melhores condições de trabalho, mais espaço para publicação, divulgação, respeito e reconhecimento de nosso público, não somente para o quadrinho brasileiro tradicional, mas também para o novo quadrinho brasileiro e o independente.

Ainda em 2011, depois de votação democrática no Facebook, decidimos lançar petição pública no link: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=DQB para recolher assinaturas para abaixo- assinado que pretendemos encaminhar às autoridades competentes do Brasil.

Enxergamos com bons olhos a tentativa do Congresso Nacional de sancionar lei de implementação de cotas de publicação, cujos percentuais de market share, obrigariam editoras e distribuidores a publicar mais quadrinhos nacionais de qualidade nas livrarias, sites e veículos de imprensa.

Porém, para não dependermos eternamente de cotas, o DQB defende em seu primeiro abaixo-assinado a criação de incentivos ao desenhista/autor/editor de quadrinhos por meio de mais ofertas de patrocínios privados e estatais (com mais editais específicos) para a produção de quadrinho nacional; oferta de bolsa de estudos para o desenhista brasileiro reciclar seus conhecimentos e apoio a eventos de divulgação do quadrinho nacional nas escolas e feiras do Brasil e exterior.

O DQB não é contra o quadrinho estrangeiro e não pretende derrubar editoras ou empresa de mídia. O DQB é a favor do desenhista e do escritor de quadrinhos, respeita a opinião de nossos leitores e objetiva lutar por um mercado mais favorável à nonaarte brasileira.

Desde já agradecemos o apoio e a participação de artistas, editores, leitores e simpatizantes. Agradecemos a todos que assinaram e, aos que ainda não assinaram, leiam nossa solicitação e apóie nossa petição pública com a sua assinatura: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=DQB

Divulgue o  DQB e o abaixo-assinado para outros artistas, amigos, familiares e fãs de quadrinhos. Em 2012, temos como meta alcançar mais assinaturas e vitórias a favor de nossa arte.

O DQB continuará permanente na luta, servindo como canal virtual de opinião e ação.

Acabou o silêncio dos desenhistas.

Blog oficial: http://www.meuheroi.com.br/blog-dqb/blog-dqb.html

 

Diretrizes do DQB: http://www.meuheroi.com.br/blog-dqb/entry/dqb-democracia-ao-quadrinho-brasileiro-diretrizes.html

 

152 dias atrás
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DQB - CARTA AOS CAMARADAS

Companheiros e companheiras de profissão

Anuncio e convoco a todos sobre o nascimento de um movimento que visa lutar pela soberania do quadrinho nacional, denominado: ‘‘Democracia ao Quadrinho brasileiro’’. Criado recentemente pelo cartunista Fernando Rebouças, juntamente com Elenildo Lopes, Publicitário e Administrador do site e que tem todo meu apoio para sua realização.

Há muitos anos que nosso quadrinho e a grande parte de nossos profissionais, respiram as espreitas num mercado totalmente monopolizador. Para que possamos triunfar em nossa luta contamos com o apoio maciço de todos vocês.
O sonho de ver legítimos quadrinhos nacionais nas bancas, livrarias e em todo país não vem de hoje. Ainda na década de 60, vários artistas fizeram um movimento que propunha a publicação de 66% de material nacional. O projeto de 1961 foi feito no governo de Jânio Quadros com a proposta chamada ''lei dos dois terços'' , mas, infelizmente, não foi aprovado devido a renuncia de Jânio e depois pelo exílio de Jango, o que sucedeu o período da ditadura militar.
Queremos reativar essas idéias, queremos lutar por nosso quadrinho e nossa cultura. Através destes pensamentos surgiu o movimento DQB
Sabemos que a luta é grande e desigual, mas não podemos nos esmorecer diante do inimigo. Estamos conquistando apoios nos quatro cantos do país, e esse objetivo revolucionário nos une. Devemos prosseguir no nosso caminho, sem pestanejar, conquistando o apoio da imensa maioria do povo brasileiro. A luta não é só pelo quadrinho nacional, ela significa a libertação de nosso povo diante da cultura inútil dos estrangeiros e significa também a soberania da cultura de nosso povo e de nossa história.
Devemos sim nos apoiar em todos os meios de propaganda para inflamar nossos ideais. Buscar espaços na mídia televisiva, apoio de todos os setores artísticos, espaços na imprensa e no rádio. Utilizar todas as ferramentas disponíveis da internet, todos os sites e blogs que têm apreço pelo quadrinho nacional. Devemos mobilizar as editoras, as academias de letras, os grupos de luta popular, as associações, as universidades, os salões de humor, os eventos de premiação de quadrinhos, enfim... Devemos convocar o povo para mais uma luta.
Proponho que os quadrinhos americanos tenham a menor porcentagem de mercado. Os quadrinhos europeus e latinos tenham a maior porcentagem no espaço reservado aos importados. E nossos quadrinhos brasileiros ocupem a maior porcentagem de mercado dentro do país. Creio que essa divisão a seguir atenderia nossa luta:
- 60% de quadrinho nacional
- 30% de quadrinhos europeus, latinos e asiáticos
- 10% de quadrinhos americanos, africanos e orientais
A luta não é só para dar mais oportunidades de mercado para nossos artistas, mas também para valorizar nossa cultura e nossa história. De nada vai adiantar toda essa mobilização para que, no final triunfante, nossos artistas repitam estupidamente os temas e estilos estrangeiros. O grande propósito de toda essa luta é: Valorizar nossa história, nosso povo e nossa raiz. Precisamos de histórias nas bancas que falem de nossa cultura, nossos povos, nossos heróis e nossas batalhas populares. Histórias que retratem, por exemplo, a Inconfidência Mineira, Guerra de Canudos, Guerrilha do Araguaia, Resistência de Corumbiara e tantas outras. Que nosso quadrinho sirva para a formação de uma sociedade mais culta e mais valorizada. Que fortaleçam a nossa identidade nacional. Que nossos super-heróis sejam tipicamente brasileiros, que possamos propagar nossa linda história nas páginas de quadrinhos, ajudando na formação cultural/educacional do ser humano. Que possamos formar leitores conscientes de nossos valores assim como fizeram os nossos artistas no passado, e que alguns ainda fazem no presente. Verdadeiros guerreiros de nossa história, que não se abateram mesmo diante de todas as improbabilidades de mercado.
A cultura enlatada de nada serve para nosso povo a não ser para ‘globalizar’ um estilo de vida fútil e estéril. É nosso dever, enquanto artistas e enquanto brasileiros, defendermos a nossa cultura.
Deixo claro que estas palavras não são uma imposição, estamos abertos a opiniões. Nossa luta é para servir a nossa classe, ao nosso povo e à nossa cultura. Não receamos ter apontadas e criticadas as faltas que cometemos. Se aquilo que propuser beneficiar nosso país agiremos de acordo com a proposta.
Se o artista não deseja produzir trabalhos referentes à nossa cultura, que não o faça, faça ficção científica, ou qualquer outra coisa do gênero, mas que jamais beneficie a cultura dos mercados opressores vindos de fora.
Sei bem que não teremos unanimidade de apoio por parte dos nossos próprios artistas, o que me entristece, porque nossa bandeira é para todos os profissionais do ramo, mesmo aqueles que não estarão na luta. Há profissionais que se contentam em vender, pelas ferramentas da internet, de mão em mão ou de boca-a-boca, mil ou dois mil exemplares de suas edições. Muitos acreditam que este é o nosso mercado, se nivelando por baixo, sem maiores sonhos e perspectivas.
Muitos outros profissionais que já venderam ou vendem relativamente bem seus trabalhos, crêem que se eles conseguiram todos podem conseguir, e nada fazem para ajudar ao próximo. Com suas idéias egoístas e reacionárias acusam os profissionais de preguiçosos por não tentarem o mesmo. Pois digo que estes pensamentos não passam de idéias vindas de uma mente comprada pelo sistema burquês-capitalista que nos ensina á décadas a sermos individuais. Para mim estas atitudes de ego são idênticas aos pensamentos burgueses dos latifundiários que no conforto de seu lar não se importam com milhares de brasileiros que não tem onde plantar, comer ou morar.
Outros artistas dizem que nossos quadrinhos não atendem ou satisfazem o gosto do leitor e que não são comercialmente aceitáveis por parte das editoras, pois relembro a todos os tempos áureos das revistas de terror brasileiras que vendiam mais que as importadas. Cito as edições de Pasquim que chegou ao excelente número de 200 mil exemplares por mês ou as vendagens de Chiclete com Banana, Strip Tiras, Níquel Náusea, Paralelas e tantas outras que foram, por anos, sucesso de venda e público. Nossos artistas são capazes não só de suprir as necessidades do povo, mas também de emplacar o mercado contra os estrangeiros, porém todos nós sabemos que lutar da forma que lutamos hoje contra os ‘enlatados’ é desigual. As editoras e distribuidoras formaram um esquema mafioso de distribuição que impedem que os artistas brasileiros entrem, ficando fadados a distribuição local e boca-a-boca, o que não nos permite competir no mercado. Temos que mudar esse quadro, pois já provamos por décadas que temos bons artistas, bons roteiristas e o mais importante, temos leitores.
Sobre as editoras, queremos abatimento nos impostos, não estamos pedindo isenção e sim uma redução para aquecer o mercado, pois de nada vale essa batalha se as editoras não tiverem uma vantagem em nos publicar. Sabemos que as editoras estrangeiras são uma verdadeira indústria. São recrutados centenas de profissionais para editar uma só revista. Aqui no Brasil, ao contrário, o próprio desenhista é quem escreve, desenha, colore e distribui seus trabalhos, sendo inviável sua produção em larga escala e sua competição no mercado. Por isso precisamos de uma redução de impostos para que, além das editoras conseguirem nos publicar, consiga derrubar o monopólio estrangeiro. Nossos artistas precisam ser distribuídos e ter condições dignas de produzir seu trabalho. Mesmo diante dessa problemática nossos artistas sempre deram conta de produzir, mesmo tendo que dividi-lo com outras tarefas que lhes põem comida na mesa.
Imagine se todos estes artistas pudessem trabalhar unicamente para o quadrinho? Viver efetivamente dessa profissão? Alguns artistas contratariam pessoas para duplicar suas produções, como fez Maurício de Souza nos estúdios da turma da Mônica, o que seria bom, pois gera emprego. Mesmo assim acredito que conseguiríamos dominar mensalmente o mercado sem precisar de grandes indústrias humanas.
Ninguém está pedindo clemência ou se escorando no governo, estamos reivindicando um direito, o direito da soberania do quadrinho brasileiro. Todos nós pagamos impostos e é de nosso direito lutar por nosso mercado. O governo teria certamente mais lucros na área comercial e teria um povo ainda mais aculturado. 
Não estamos pedindo ajuda financeira para o Estado e sim espaço de mercado. Não precisamos que os quadrinhos americanos dominem 90% do nosso mercado, precisamos que nós o dominemos. Não precisamos passar pela humilhação de buscar recursos por leis federais e estaduais de incentivo a cultura, essas leis nada mais é que uma ironia cruel com nosso artista, que precisa mendigar favores para empresas que pouco estão se lixando para a cultura e sim pelo abatimento de impostos. Não podemos escorar em campanhas políticas ou utilizar do nepotismo ou amizades políticas para vermos nossos trabalhos nas bancas. Isso tem que acabar, o artista brasileiro merece ser dignamente valorizado, seja em qual setor for.
Convoco todos os brasileiros, artistas ou não, a lutarem pela soberania da nossa cultura e deixo um pensamento de Mao Tsetung para que seja nossa força de luta.
‘‘Que nos momentos difíceis os camaradas não percam de vista os nossos sucessos, olhem para o nosso futuro luminoso e redobrem a coragem’’.

Cleuber Cristiano
Quadrinista brasileiro

152 dias atrás
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Texto do Baraldi:  QUADRINHO NACIONAL PARA INGLÊS VER!

Eu Fernando Rebouças, compartilho a minha luta individual pelos meus quadrinhos autorais (www.oiarte.com) com todos os jovens e mais antigos autores da HQ Nacional que também lutam pela publicação de suas obras e pela dignidade moral e financeira de seus trabalhos. Sabemos que, apesar do sucesso de alguns nomes brasileiros, não exploramos o nosso mercado interno e externo editorial de maneira mais ampla (incluo os famosos, independentes e iniciantes), em virtude de um problema logístico ofertado pelas grandes distribuidoras, pelo egoísmo ou miopia de marketing de algumas grandes e médias editoras, e pela ausência de mais editais de patrocínio ao quadrinho nacional nas empresas públicas e privadas.

 

 

Muitos talentosos desenhistas nacionais para evoluírem vendem sua força de trabalho no exterior ou, com muito esforço, conseguem vender suas obras pela internet até para o mercado estrangeiro, enquanto isso as hqs impressas e digitais do exterior continuam galopando livres e soltas em nossas bancas de jornais, livrarias e audiovisual com grande tiragem e divulgação em nossos mass media, não temos xenofobia, gostamos de ler e conhecer o que vem de fora, sabemos que  o Brasil é um país aberto à todas as culturas, mas essa abertura em excesso retira os empregos e espaços de autores nacionais...

Lendo o texto de despedida do site Bigorna, escrito pelo grande desenhista Márcio Baraldi, em junho de 2011, destaquei um trecho que traduz o cenário verdadeiro de nossa categoria de desenhistas:

"O mercado de Quadrinhos no Brasil simplesmente desmoronou, evaporou da última década pra cá até se transformar num fiapo quase invisível. Com a exceção óbvia de Maurício de Sousa, não há mais quadrinhos brasileiros nas bancas e qualquer tentativa corajosa de alguns nobres colegas, dá com os burros n'água em poucos meses e edições. É uma vergonha que, em um país de centenas de cartunistas e quadrinhistas talentosos, de qualidade internacional, apenas um único tenha conseguido realmente ter sucesso comercial duradouro. É uma vergonha que tantos projetos maravilhosos de quadrinhos que, desde as primeiras décadas do século passado, chegaram às bancas, conquistaram leitores e espaço em outras mídias, tenham naufragado em pouco tempo. É uma vergonha que os teóricos, os críticos e a própria categoria nunca tenham discutido isso a sério, nunca tenham se unificado em torno da salvação deste relevante pedaço da cultura brasileira que é (ou era) o Quadrinho Nacional. Tirando o período em que a ADESP (Associação dos Desenhistas do Estado de São Paulo)e a ABD (Associação Brasileira de Desenhistas), nos anos 60, conseguiram criar uma mobilização real na categoria e chegaram muito perto de aprovar uma lei de proteção a HQB, nunca mais se viu movimento coletivo ou organização sindical alguma na categoria. Mauricio de Sousa, que foi presidente da ADESP, já não é mais sindicalista e sim um megaempresário e naturalmente suas opiniões mudaram.

É uma vergonha que hoje os próprios colegas não levem mais tal questão a sério, que ignorem e desdenhem todo esse passado, contaminados que estão pelo individualismo e pelo pensamento neoliberal, que prega que os pequenos produtores têm as mesmas condições de vencer que os grandes conglomerados e monopólios." (Márcio Baraldi - desenhista e editor do Bigorna.net)

 

 

152 dias atrás
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DQB – CARTA AOS AMIGOS  (2011)

Neste ano de 2011, lançamos o DQB (Democracia ao Quadrinho Brasileiro), movimento virtual a favor da nonaarte brasileira que tem debatido e buscado novas ideias para promover, incentivar e divulgar a arte do quadrinho nacional.

Sem xenofobia, o movimento tem se posicionado como um canal para escutar e divulgar a opinião de desenhistas, editores, leitores e simpatizantes de nossa arte para conquistarmos melhores condições de trabalho, mais espaço para publicação, divulgação, respeito e reconhecimento de nosso público, não somente para o quadrinho brasileiro tradicional, mas também para o novo quadrinho brasileiro e o independente.

Ainda em 2011, depois de votação democrática no Facebook, decidimos lançar petição pública no link:  http://www.peticaopublica.com.br/?pi=DQB para recolher assinaturas para abaixo- assinado que pretendemos encaminhar às autoridades competentes do Brasil.

Enxergamos com bons olhos a tentativa do Congresso Nacional de sancionar lei de implementação de cotas de publicação, cujos percentuais de market share, obrigariam editoras e distribuidores a publicar mais quadrinhos nacionais de qualidade nas livrarias, sites e veículos de imprensa.

Porém, para não dependermos eternamente de cotas, o DQB defende em seu primeiro abaixo-assinado a criação de incentivos ao desenhista/autor/editor de quadrinhos por meio de mais ofertas de patrocínios privados e estatais (com mais editais específicos) para a produção de quadrinho nacional; oferta de bolsa de estudos para o desenhista brasileiro reciclar seus conhecimentos e apoio a eventos de divulgação do quadrinho nacional nas escolas e feiras do Brasil e exterior.

O DQB não é contra o quadrinho estrangeiro e não pretende derrubar editoras ou empresa de mídia. O DQB é a favor do desenhista e do escritor de quadrinhos, respeita a opinião de nossos leitores e objetiva lutar por um mercado mais favorável à nonaarte brasileira.

Desde já agradecemos o apoio e a participação de artistas, editores, leitores e simpatizantes. Agradecemos a todos que assinaram e, aos que ainda não assinaram, leiam nossa solicitação e apóie nossa petição pública com a sua assinatura: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=DQB

Divulgue o  DQB e o abaixo-assinado para outros artistas, amigos, familiares e fãs de quadrinhos. Em 2012, temos como meta alcançar mais assinaturas e vitórias a favor de nossa arte.

O DQB continuará permanente na luta, servindo como canal virtual de opinião e ação.

Acabou o silêncio dos desenhistas.

Blog oficial: http://www.meuheroi.com.br/blog-dqb/blog-dqb.html

 

Diretrizes do DQB: http://www.meuheroi.com.br/blog-dqb/entry/dqb-democracia-ao-quadrinho-brasileiro-diretrizes.html

152 dias atrás
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Olá amigos, Já concluimos algumas pesquisas de opinião no Facebook, o próximo passo é abrirmos uma petição pública a favor do novo quadrinho nacional
223 dias atrás
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DIA das C R I A N Ç A S é BOM com QUADRINHOS ! Compre os gibis do Oi O Tucano Ecologista por R$ 5,90 Clique: http://www.loja.oiarte.com/
223 dias atrás
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256 dias atrás
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O q falta ao desenhista brasileiro???
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Administrator enviou um novo avatar.
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